Sábado, 11 de Julho de 2009

Abaixo os alarmes de automóveis

Terça-feira, 7 de Julho de 2009

Pessoas x carros

Semana passada um carteiro parou o carro dos correios para descarga bloqueando completamente o já reduzido passeio. Rua da Glória, 12 horas. As pessoas estavam simplesmente apavoradas de passar, porque os carros na pista vinham em alta velocidade e não reduziam nem mesmo com os pedestres fazendo movimento de quem iria avançar. Sinal de que os motoristas não tinham medo de que as pessoas avançassem e fossem por eles colhidas. "Sem medo de me atingir". Parece que a psicologia do motorista brasileiro é diferente do motorista dos países desenvolvidos.









Domingo, 5 de Julho de 2009

Lazer


Domingo é dia de lazer nos parques da cidade. Mesmo em dias frios. Talvez fique até melhor, porque nos dias de verão os parques lotam tanto que ficam até um pouco desagradáveis em função da multidão. Hoje havia muitas famílias passeando, sem precisar de roupas especiais para aumento excepcional de desempenho.
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Sábado, 4 de Julho de 2009

Bicicletada na Flórida? Estilo anos 60...

Comportamento de usuários da bicicleta


Lendo o Ma Fyn Bach encontrei a indicação para essas instruções de ciclismo individual integrado ao tráfego.



Esse manual (em inglês, mas creio que é possível entender muita coisa pelas ilustrações) reconhece a existência de três tipos de condução da bicicleta, sem propriamente condenar nenhum deles, embora defenda o modo integrado.

Eu uso os três modos de condução conforme as circunstâncias.

Para as condições americanas, pode ser que o modo integrado seja o mais adequado. Lá, talvez o ciclista subindo uma ladeira pela pista da direita a 20 km/h numa via dupla de 60 km/h não seja colhido por motoristas tentando ultrapassar a 80 km/h pela direita o veículo no limite trafegando pela esquerda. Ou, numa estrada, ultrapassando pelo acostamento. Já aqui no Brasil, sabemos, isso é mais comum do que gostaríamos que fosse. Então, mesmo tendo razão e a lei em nosso favor em nossos deslocamentos, precisamos estar sempre super atentos.

O modo integrado exige tremendo preparo físico. É mais restrito a jovens atletas. Eu não consigo manter por muito tempo esse tipo de condução, então aplico mais em ruas centrais de baixa velocidade dos carros (menor que 40km/h). Ou então quando a diferença de velocidade não é tão grande.

Só não condordo com ciclistas e sites que defendem intransigente e agressivamente o modo que "seria" integrado (nem sempre eles acertam nas recomendações burras absolutas que fazem, tipo, "circule pela direita", ignorando as conversões). Para eles, não interessa ter pessoas usando a bicicleta nos demais modos. E a maior parte delas se sente muito melhor conduzindo de alguma das outras formas, que são mais comuns de acontecer na Europa e na Ásia. No Japão, andam muito pelas calçadas. Na Europa é comum tanto o tráfego integrado quanto o separado quanto o segregado. Em Pirapora, no Centro tem-se integração total com a baixa velocidade dos carros, e separação ou segregação na estrada. Então, por que os nossos instrutores de potenciais usuários da bicicleta para transporte não levam isso em consideração? Será por que se voltam unicamente para a modalidade esportiva da coisa?

Terça-feira, 30 de Junho de 2009

Riscos e comportamento

In athletics, protection sometimes leads to more risk-taking. Research has shown that skiers who wear helmets ski faster than those who do not. Likewise, firearms instructors are quick to stress that the safety on a gun doesn’t actually render the weapon safe, just marginally safer, so that all usual precautions still apply. And I noticed when scuba diving with a spare air cylinder that instructors were concerned these backups would become popular with inexperienced divers and that this reliance might breed carelessness with the main equipment.


Numa tradução livre:
Nos esportes, a proteção leva a assumir mais riscos. Pesquisas mostram que esquiadores que usam capacetes esquiam mais rápido do que aqueles que não usam. Da mesma forma, instrutores de uso de armas de fogo alertam que a segurança do revólver não resulta em maior segurança no uso da arma, devendo-se pois aplicar todas as precauções usuais da mesma forma. E eu reparei que o uso de equipamento reserva de mergulho pode resultar em menor cuidado com o equipamento principal.

Domingo, 28 de Junho de 2009

Carros também poluem as águas

A principal fonte de poluição sonora em Curitiba é o trânsito de automóveis (há pesquisas formais que mostram isso, é só procurar com os instrumentos de busca). Como visto também, a principal fonte de poluição do ar por partículas e substâncias químicas provenientes da combustão dos motores é a enorme quantidade de automóveis circulando nos grandes centros urbanos. Agora, tem mais, como lembrou o Paulo R2 no Fórum da Bicicletada Curitiba:
Mesmo se acabassem com quaisquer lançamento irregular de esgoto nos rios de Curitiba eles permaneceriam poluídos a níveis absurdos, por causa dos automóveis. Os resíduos de óleo, graxa, combustível e borracha expelidos pelos autos se transformam numa borra que é lavada pelas chuvas até os rios, provocando sua contaminação. A única forma de evitar isso seria realizando a coleta de TODA a água da chuva, promovendo um tratamento prévio e somente depois lançando a água nos rios. Obviamente isso é inviável sob diversos aspectos. (PauloR2, no Fórum).